Jornada Acadêmica

Fora dois dias de tanta informação que, acredito que possivelmente poderiam aumentar mais um dia para absorver tanta coisa boa e vivida. A primeira palestra se deu ao ex-correspondente da Folha de São Paulo Samy Adghirni que agora trabalha na Bloomberg como repórter, contando sua experiência como correspondente no Irã e na Venezuela.

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O fato do assunto ser sobre o jornalismo internacional, intensificou a curiosidade de muitos, que não paravam de perguntar sobre como fora viver em um país no meio de guerras e conflitos frequentes. Foi possível tirar muito proveito dessa especialização.

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A segunda palestra fora da  Lisandra Paraguassu jornalista da agência Reuters, outra que gerou muita curiosidade, pois não só a Bloomberg, como a Reuters são bastante conhecidas e possivelmente sonho de qualquer jornalista. Sua palestra fora muito instigadora e com certeza influenciara muitos focas.

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Não querendo desfavorecer os outros dois palestrantes, mas a palestra que ganhou meu coração foi a dos jornalistas Guilherme Portanova (Globo) com João Vianey Bentes (RedeTv). A química entre os dois não saiu da vista de ninguém, pois via que ali tem um companheirismo bacana. Ambos mostraram como a vida de um jornalista pode ser imprevisível e que jornalismo investigativo é difícil, porém não impossível.

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O segundo dia, teve gastronomia, moda, veículos. Com Luciana Barbo (CBN), Max Cajé (Revista Finíssimo) e João Gabriel Amador (Metropolis). Foi interessante ver como a mesa redonda fluiu no anfiteatro, tanto que o tempo dos palestrantes estourou. Foi legal ver como é a interação deles com os ouvintes/leitores.

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Os jornalistas Haland Guirlade (Esporte Candango) e Ricardo Botelho (Produtora Artmidia) nos introduziu a vida do jornalista esportivo, e que a mesma tem várias facetas.

Essa com certeza, foi uma das melhores jornadas que eu tive o prazer de assistir. Foi muito gratificante ver como a profissão que eu escolhi não é fácil, mas se batalharmos, conseguimos chegar aonde desejamos.

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SEO: Como funciona essa ferramenta do GOOGLE

Apesar da internet está aberta a várias coisas, uma dificuldade que se tem é fazer com que seu trabalho se destaque no Google afim de que as pessoas acessem e possam visualiza-lo. Nem tudo que seja posto na internet tem relevância em uma pesquisa no Google. Existe uma seleção de links que podem aparecer na pesquisa de acordo com sua significância.

SEO – SEARCH ENGINE OPTIMIZATION

 É uma ferramenta de otimização que visa melhorar os acessos do sites, e o posicionamento de sites gratuitos nas plataformas de pesquisa (Ex: Google, Bing, etc) porém, matem um foco no Google.

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Dicas para otimizar seu site

Para ter sua matéria selecionada por está ferramenta é não ter palavras repetitivas. O porque disso é que o Google quando pesquisa sua matéria, ele procura por sinônimos e avalia a repetição de palavras. Ele só lê as três primeiras palavras do seu titulo. Ou seja, vê se o trabalho feito ali tem um destaque dentre outras. Então, use sua criatividade e elabore títulos bons.

Escreva textos longos, pois os textos curtos dificilmente serão achados no google por nao terem tanta relevância.

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Use bastante imagens, videos, podcast, gifs e etc. Isso trará uma atenção especial para o seu, além de deixar bastante significante.

O SEO  ajudará o Google te achar, mas para isso precisa saber que a barra de ferramentas mais usada no mundo, procura matérias inéditas. Aquelas que apesar de terem um assunto que está sendo muito comentado, não se mantem na mesmice, porque caso você copie algum texto, o Google vai colocar como spam.

 

Como exemplo de matérias que tem um titulo que não serve para ser otimizado:

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O certo seria ter explicado melhor no inicio do titulo, como : “Velho Chico: Camila Pitanga volta a gravar e pede orações no Twitter”. O Google não vai dar destaque ao titulo da matéria, pois Camila Pitanga poderia estar voltando a fazer qualquer coisa.

Exemplo de um matéria com um titulo bom:

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Esse é um exemplo bom, pois já especifica o que ocorreu e o porque. Algo que foi captado pelo Google assim que você joga as palavras chaves para as noticias relacionadas a esse tema.

 

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Impactos no jornalismo com a nova era digital

Como muitas áreas foram afetadas por mudanças causadas pela era digital, o jornalismo apesar de ter pontos muito favoráveis para sua adaptação, também sofreu com alguns impactos, pois nem só de adaptações, algumas áreas conseguem sobreviver. Um dos exemplos desses impactos que atingiu o jornalismo é o jornal impresso.

Jornal impresso já fora muito procurado, pois os leitores tinham confiança no que estava escrito ali. Com a chegada da internet, essa visão de confiança não mudou muito, mas a acessibilidade que a internet tem é muito mais favorável. A possibilidade de poder buscar notícias pela rede em qualquer lugar do mundo, muda a visão de ter que ir em uma banca e comprar jornais.

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Existe certa facilitação também em se propagar notícias que não são verdadeiras na rede, e acaba saindo de lá também. Para jornalistas é importante ter uma fonte, principalmente se ela for uma boa. O jornalismo teve que se reinventar para que continuasse nessa era pós digital. E o fato da internet ter vantagens com a facilidade de informações, também é preciso cautela ao buscar algo na rede.

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Exemplo disso é o documentário ” Abraço Corporativo”, que consistia em uma ação do chefe abraçar o funcionário para se sentir acolhido na empresa. Apesar disso, se espalhou de tal forma que, começamos a nos perguntar se tudo o que é lido, seja verdade, se é uma informação com fundamentos. Faz nos questionar sobre a verdade que existe no meio jornalistico.

Existe outro caso em que conseguiram enganar a mídia, o blogueiro Mauricio Cid do blog Não Salvo, havia criado um canal no youtube com o nome KOREA NEWS BACKUP e o manteve ativo até três meses antes de lançar sua mentira. Lá dizia que a Coreia do Norte estava dizendo para seus cidadãos que sua seleção de futebol era um dos destaques da copa do mundo do Brasil.

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Essa “brincadeira” lhe rendeu mais de 8 milhões de views só nos 3 primeiros dias. Para continuar dando o que falar o canal ainda postou alguns videos para passar mais veracidade.

Jornalistas tem um responsabilidade grande ao assinar seu nome em uma matéria, e noticiar algo equivoco é bastante ruim para imagem e credibilidade desse jornalista. O que a grande parte desses profissionais achavam era que com a internet o que já era noticiado antes por outros veículos, pudessem reforçar o que já foi dito.

 

Mobilidade no jornalismo

Dentre tantas mudanças no jornalismo, como já havia citado em posts anteriores, uma das “novas” plataformas que podem ser utilizadas como uma ferramenta é o celular. Por que não usar o celular para fazer notícias?  O jornalismo por si só, teve que se reinventar durante esse período de tecnologias, e de certa forma, aos poucos está conseguindo, usando novas ferramentas como uma maneira de se manter.

Não é comum de ser utilizado, mas é uma opção bastante intrigante, pois na realidade atual, jovens e adultos usam o celular para buscar informações, notícias, blogs e etc. Mas fazer jornalismo pelo celular mudaria alguma coisa?  Se podemos alcançar o jornalismo alternativo, podemos arriscar em fazer jornalismo pelo mobile.

 

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O acesso para as pessoas pesquisarem  pelo celular é vantajoso, pois com o smartphone, apenas um toque e a notícia que deseja está na mão. Pode influenciar também em expor ideias para que o usuário possa utilizar de tal informação na hora em que esteja acessando. Praticar o jornalismo no mobile, além de poder facilitar o acesso do leitores, o texto seria curto, prendo a atenção do leitor que não se cansaria fácil e noticias modulares.

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Sendo assim, o jornalismo mobile poderá crescer e até superar o webjornalismo com o decorrer dos anos. Uma opção agradável para que o jornalismo continue se adaptando ao mercado e se reinvente mais e mais.

 

Jornalismo independente e novas mídias

Com o passar do tempo, obtivemos grandes mudanças na linha do tempo. Antes jornalistas não poderiam disponibilizar espaços para o publico opinar em pautas ou muitos menos poder fazer sua matéria sem que não seja em um veiculo de grande porte. A vantagem dessas mudanças são as inovações que vieram com o passar dos anos.

O jornalismo independente é esse espaço, onde o jornalista pode explorar assuntos ignorados pelas grandes mídias e poder compor suas matérias sem precisar estar em um veiculo de grande circulação.

Exemplos de jornalismo independente:

MÍDIA NINJA 

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MURAL

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AMAZÔNIA REAL

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Com tantas modificações no decorrer dos anos, passou a existir também novos meios de negócios no jornalismo, e podendo ser utilizados. A cauda longa é uma forma de identificar estatisticamente o índice de procura sobre tal assunto na internet. Podendo atingir vários mercados de nichos, beneficiando o veiculo, por poder alcançar um número maior de clientes e obtendo uma escala maior.

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  1. CABEÇA: é onde ficam alguns dos veículos de comunicação.
  2. OMBRO: é onde ficam os veículos menores.
  3. CAUDA: É onde a internet se encaixa, pois vários dos veículos diferentes e influenciadores digitais ficam.

 

O jornalismo independente possui uma voz influenciadora para muitos, tanto leitores quantos jornalistas, porque sabem inovar e transmitir algo que realmente deveria receber atenção pelos grandes veículos e não recebem, ou seja, a informação passada através deles despertam interesse, buscam causas que instiga a curiosidade do leitor. Tirando aquela ideia de que noticia boa é só vista em veículos de grande porte.

O jornalismo virtual

O jornalismo assim como as outras profissões, teve de se adaptar a sutis mudanças para que não houvesse uma “extinção” na área. Contudo, essas alterações foram necessárias, tornou o processo de adaptação realmente inesperado. Deixou de ser somente canais de comunicações rádio, televisão e jornais, para explorar o ambiente cibernético.

Com esse contato virtual, o jornalismo evoluiu de tal forma que é possível a interação com o público em tempo real, permitindo que haja a disponibilidade de expor suas opiniões diante da noticia que fora lida. De fato, o começo foi bastante lento, entrando assim em três tipos: Jornalismo 1.0 (On-line), Jornalismo 2.0 (Webjornalismo) e por fim, Jornalismo 3.0.

JORNALISMO 1.0

O jornalismo 1.0 é/ foi basicamente a cópia do jornal impresso, ou seja, não passa de uma forma do jornal físico estar na internet. De modo que os leitores não pudesse expor suas opiniões e criticas, por não poder ter interação jornalista-leitor. Alguns sites de jornais chegaram a um passo do jornalismo 2.0, como é o caso da BBC, mas como não possibilita a interatividade, deixa a desejar nesse quesito. Onde ainda possibilitava usar o lead/piramide invertida. Exemplos de jornais que começaram com o jornalismo 1.0:

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JORNALISMO 2.0 (Webjornalismo)

Tendo um curso diferente do 1.0, o jornalismo 2.0 produz conteúdo exclusivo para internet, , dá continuidade a notícia, expondo seu valor, possibilita também a interação dos leitores, aqueles que opinam de forma construtiva, entre sugestões. Diferenciada do jornalismo 1.0, a 2.0 tem um retorno melhor. Utiliza o lead, também contendo debates e fóruns, além de usar a piramide deitada.

 

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JORNALISMO 3.0

Esse dentre os dois, o jornalismo 3.0 é o que expande mais a construção de noticias. Pelo fato de ser jornalismo colaborativo. Esse por sua vez desenvolve um financiamento coletivo, permite que obtenha colaboração dos leitores e isso contribui para o crescimento de tal. Isso desenvolve uma certa relação entre jornalistas e leitores. Além de permitir uma construção colaborativa para o mesmo.

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